A Tradição da Sinfonia Austríaca

Divulgação

Data: de 12.07.2018 até 13.07.2018

Local: Sala Minas Gerais

Fabio Mechetti, regente
Allegro
Vivace
 
HAYDN | Sinfonia nº 96 em Ré maior, “O Milagre”
BRUCKNER | Sinfonia nº 4 em Mi bemol maior, “Romântica”
 
Incompreendido por muitos de seus compatriotas, Anton Bruckner só veio a receber reconhecimento quando o célebre regente Hans Richter estreou sua Quarta Sinfonia, mais conhecida como “Romântica”, com grande sucesso. Em sua obra, o compositor austríaco pretendeu elaborar uma síntese dos elementos essenciais da música do século XIX, a partir de Beethoven, levando a orquestra a dimensões wagnerianas. As oito sinfonias de Bruckner foram compostas numa direção oposta à de Brahms, escolhendo adotar a liberdade formal da terceira fase beethoveniana. Para muitos, esse trabalho sinfônico representa a própria personalidade do compositor, visto como um grande artista, porém de trejeitos simplórios e humildes. Com seu talento musical, Bruckner adquiriu muito cedo um sólido domínio da técnica do órgão e do contraponto. Teve um início de vida extremamente difícil, até que, em 1855, foi contratado como organista da Catedral de Linz. Prosseguiu com os estudos de Composição e mais tarde conseguiu ser nomeado como organista da Capela da Corte de Viena. Foi na capital austríaca que Bruckner criou a maior parte de suas sinfonias, incluindo a Quarta, que não só lhe deu fama no período como, eventualmente, se tornou uma de suas obras mais populares.

Informações Adicionais:

Horário | Quinta e sexta às 20h30

http://www.filarmonica.art.br


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