Carnaval

ESTAÇÃO DO SAMBA

Belo Horizonte oferece aos moradores e turistas um dos melhores carnavais do Brasil

O Carnaval de Belo Horizonte em 2012 certamente será lembrado como um marco no processo de resgate da festa momesca na capital mineira. Grande novidade, a Estação do Samba recebeu mais de 40 mil pessoas durante os dois dias de desfiles dos Blocos Caricatos e Escolas de Samba e outras 50 mil que também acompanharam de perto apresentações musicais na Praça da Estação.

Camarotes, palco com iluminação especial, telões, barracas de bebidas e alimentação, além de uma bela decoração, proporcionam ao público todo o conforto necessário durante os dias de festa. Na Praça da Estação, moradores de Belo Horizonte, do interior de Minas, de outros Estados e até mesmo visitantes vindos outros países participam e aprovam a festa na capital mineira.

 

A madrinha do samba, Beth Carvalho, batizou o espaço que abrigou momentos inesquecíveis com shows de artistas nacionais como a Velha Guarda da Portela, Aline Calixto e Bangalafumenga. Grupos de samba que atuam em Belo Horizonte e região também tiveram espaço na programação do evento que contou com a participação do Zé da Guimar, Copo Lagoinha, Velha Guarda Belô, Bororó, Tradição do Samba, entre outros.

“Aceitei com grande prazer vir à Belo Horizonte abrir o carnaval na Estação do Samba. Fico feliz ao ver a cidade resgatando o carnaval com a participação popular nos blocos de rua, nos shows de qualidade e nas escolas e blocos. O público percebe e responde ao chamado”, comemorou Beth Carvalho após a apresentação que reuniu cerca de 15 mil pessoas na Estação do Samba.

 

Depoimentos

Tenente Maximiniano PMMG

“O folião veio, curtiu e está curtindo sem nenhum registro de ocorrência. A cidade está de parabéns!” 

Paulo Vale/ Empresário de Marketing

“Todo belo-horizontino precisa conhecer esta festa. Ficando na cidade esta é uma atividade obrigatória. A prefeitura e os patrocinadores estão de parabéns.”

Fátima Brito / Diretora Executiva da Control C Perfumes

“O carnaval está maravilhoso. Melhor a cada ano. A programação excelente, grandes nomes nacionais e locais. Vale a pena investir e conhecer a Estação do Samba.”

Makoud Patrocínio / Presidente do Mercado Central de BH

“Estou curtindo e acreditando no carnaval de Belo Horizonter. Teremos outros ainda melhores!”

 

DESFILES DAS ESCOLAS DE SAMBA E BLOCOS CARICATOS

Nos dias 19 e 20 de fevereiro, um público recorde também lotou a Estação para assistir aos desfiles dos Blocos Caricatos e Escolas de Samba. Segundo a Polícia Militar, 40 mil pessoas acompanharam as apresentações na avenida, capacidade máxima das arquibancadas e recorde de público no carnaval de Belo Horizonte. Em 2013 a expectativa é ampliar ainda mais a o público dos desfiles.

 

Com muita criatividade nas fantasias e adereços os blocos caricatos e escolas de samba levam para a avenida baterias de ótima qualidade e integrantes dispostos a demonstrar todo o amor pela agremiação que representam.

 

“O carnaval de BH teve salto de qualidade e quantidade na organização dos desfiles. Juntos vamos consolidando a capital mineira como importante núcleo de produção carnavalesca”, destacou Carlos Alberto Damasceno, presidente da escola Canto da Alvorada, bicampeã do Carnaval de Belo Horizonte em 2012.

Jairo Alves Pereira, presidente do bloco Por Acaso, tricampeão no Grupo A em 2012, destaca a importância da Estação do Samba no processo de crescimento do carnaval de Belo Horizonte. “A Estação trouxe um público recorde para a avenida e demonstrou que estamos no caminho certo. A tendência é crescer a cada ano”, comemorou o presidente.

 

BLOCOS DE RUA

Semeando gentileza, alegria e criatividade

As ruas, avenidas e praças de Belo Horizonte abrigaram, no mês de fevereiro, dezenas de blocos de rua que resgataram a importância dessas manifestações culturais para o carnaval da cidade, reforçando a programação da festa momesca com a participação de 50 mil moradores e turistas de diversas regiões.

Contribuindo para exercitar o sentimento de pertencer à cidade onde se vive, semeando gentileza, alegria e criatividade, cerca de 40 blocos se receberam, em 2012, toda a infraestrutura de segurança, trânsito, limpeza e banheiros químicos, deixando para o folião as seguintes tarefas: escolher sua melhor fantasia, convidar os amigos e cair na folia.

 

Depoimento disponibilizado no Facebook

 

‎- - Relato de uma carioca no Carnaval de Rua de BH - -

‘Mas o que uma carioca veio fazer em BH no Carnaval?’
Essa foi a pergunta que ouvi algumas (muitas) vezes durante os 5 dias em que fiquei na cidade.
Na verdade, nem eu sabia direito.
Mas foi só ir pra rua, logo no sábado de manhã pro bloco do Approach, pra começar a descobrir.
Curtir um carnaval de rua gostoso, sem confusão, como já não vejo mais há alguns anos no Rio era o que eu tinha ido fazer lá.
Me encantar com fantasias criativas, divertidíssimas e, invariavelmente, complementadas com um largo sorriso no rosto era o que eu tinha ido fazer lá.
Sambar sem a preocupação de levar um encontrão e ser furtada era o que eu tinha ido fazer lá.
Ver coraçõezinhos colados nos rostos dos foliões (ação fofa demais do ‘bloco do amor’) era o que eu tinha ido fazer lá.
E passei o Carnaval assim, indo pra rua todos os dias para descobrir, entre um tamborim e outro, entre uma reboladinha e outra, entre uma mão cheia de confetes e outra, o que eu tinha ido fazer em lá.
Descobertas - e posso dizer com um paticumbum prugurundum no coração - emocionantes.
O grande encontro de domingo, do Cacete de Agulha + bloco da Simone + ala da MISSes (algumas impagáveis) e depois com o bloco do Queixinho, foi uma delícia.
Me esbaldei pela Av. Brasil (não, ela não tem nada a ver com a nossa, do Rio - é limpa, bem cuidada e arborizada) até a Praça da Liberdade e, reconhecendo bem aquele nome, sambei livremente pra lá e pra cá.

E tudo na mais per-fei-ta ordem: com polícia, banheiros químicos e ambulantes bem educados.
Não vi uma única briga sequer. Não havia clima pra isso. Violência não cabia em bloco nenhum (na verdade, não cabe nunca, né não?!).
Ainda teve os blocos Alcova Libertina, Coletivo do Delírio, do Grito e Peixoto. E o derradeiro (pelo menos pra mim) Manjericão, fechando a quarta-feira de cinzas.
Como dizem os mineiros: 'Nú! Foi folia demaisssss da conta, sô!
Hoje estou de volta ao Rio. Um ‘pangandangandam’ - batismo onomatopéico que dei, junto com meus companheiros de folia Garbo, Sissi e Aninha (os três mineiros), para o batuque inicial dos blocos que acompanhamos - ficou registrado.
Mas, mais do que isso, ficou registrada a certeza de ter encontrado muitos (e ótimos) motivos pra ter ido passar o Carnaval em BH. Esses dias foram só alegria!
E ano que vem tem mais!!! Ô vô (de novo)!!!